Revista ACP Dezembro

CRUZAMENTO SEM QUALQUER SINALIZAÇÃO O cruzamento do Carregado, entre a EN3/EN115 e EN1, é constantemente atravessado por uma quantidade imensa de veículos, ligeiros e pesados, que se dirigem de e para Vila Franca, AE1, AE10, Carregado, Alenquer; Azambuja, Arruda dos Vinhos. São duas estradas bastante frequentadas que se cruzam, além de se juntar uma outra rua local do Carregado. A confusão é constante e só admira como não há acidentes de hora a hora. O problema é que não há qualquer sinalização a controlar o cruzamento. É a lei do “cada um que se arranje” e a lei do “mais forte/mais esperto”. Uma rotunda ali não há, porque passam constantemente FERNANDO DIAS SÓCIO 23325 DEFINIÇÃO DE TRAÇO CONTÍNUO Será que só é considerado traço contínuo aquele que normalmente está sinalizado na via em que rodamos, e que não deve ser pisado, ou também poderá ser considerado o traço que, num parque de estacionamento, ou noutro local, delimita o espaço para se estacionar? É que, frequentemente assistimos a veículos que não respeitam a indicação, pisando o traço, subtraindo desta forma, o lugar que está ao lado. Há países em que esta situação é considerada infração, logo, sancionada com uma coima. ANTÓNIO BORGES SÓCIO 80764 ASSISTÊNCIA ACP FOI EFICIENTE Agradeço encarecidamente ao ACP pela assistência pronta e competente prestada à minha viatura imobilizada à saída de uma garagem particular. O mecânico do clube mostrou-se extremamente cordato e eficiente na reparação do carro, inspirando-me toda a confiança. MANUEL BARATA   PORTUGAL NÃO É A REPÚBLICA DAS BANANAS Será que há regras para quem utiliza bicicletas? Podem os ciclistas circular sem seguro? Pagam eles algum imposto de circulação? Quem vai pagar as tão faladas ciclovias cujo valor se cifra em alguns milhões de euros? Portugal não é a República das Bananas! Será que tudo isto é um falso problema? LUIZ MEDEIROS SILVA SÓCIO 80980 FAIXAS DE RODAGEM SEM MARCAÇÕES Sou utilizador da 2ª Circular há muitos anos, sempre que vou à minha terra ou seja a Rio Maior. E tenho notado nessas deslocações que as marcações entre faixas de rodagem estão mal sinalizadas, muito sumidas em algumas zonas a ponto de não se notarem. Agradeço assim ao ACP que junto de quem de direito dê conhecimento desta situação para que o problema seja resolvido o mais rapidamente possível. ACÁCIO MACHADO SÓCIO 71178 DEZ I «¬®¯ ªÊ veículos pesados e não sobra espaço para a dita. Mas e um simples semáforo? Não haveria possibilidade de o criarem e assim controlar o trânsito evitando problemas. Também é ridículo o limite de velocidade imposto para a entrada da CREL para a A10. Quem se dirige da CREL para a A10 em direção à A1 encontra uma curva e um limite de velocidade que chega aos 40 km/h. A curva é larga e de forma nenhuma justifica uma velocidade tão baixa. No sentido oposto, da A10 para a A1/ Norte, a curva é bem mais apertada e pior e não há este limite ridículo. É claro que ninguém cumpre este limite sem qualquer sentido. Penso eu que 70 km/h seria um limite aceitável. Mas obrigar a uma circulação de 40 km/h? E depois entramos na A10 e só muito à frente desaparece esse tal limite de velocidade. Segundo as regras, temos de ir baixando dos 40 até este ponto. Não se entende. MÁ SINALIZAÇÃO NA ESTRADA Na estrada nacional que liga Nazaré a S. Martinho do Porto, precisamente na povoação de Famalicão da Nazaré, deparamo-nos com uma bifurcação onde existe uma placa indicativa da direção para S. Martinho do Porto. Acontece que essa placa está em mau estado há meia dúzia de anos, dificultando a sua leitura a quem circula nessa via, pois, nesse preciso sítio, ou se está atento á placa com défice de leitura ou se está atento à estrada. Numa zona onde circula tanta gente, nomeadamente estrangeiros, será que nunca por lá passou ninguém dos serviços responsáveis pela manutenção das placas que se lembrasse de a mandar reparar? Ou será que não se pode retirar uma fatiazinha da receita do Imposto Único de Circulação (IUC) para fazer face a esta manutenção? ANTÓNIO CARDOSO SÓCIO 38523 no seguimento da resposta da CMA, tenho a acrescentar que realmente para os peões, os atravessamentos são seguros e tecnicamente os sinais funcionam. Isso nunca foi colocado em causa. O que realmente está em causa é a forma como os sinais estão a funcionar, só com o vermelho e amarelo, sem a existência do verde e com a temporização quase inexistente. Não sei se a CMA quer inovar neste aspeto tão delicado da segurança, mas não conheço em Lisboa e na Amadora este sistema semafórico. É com grande stress, e penso que se vereadores ou colaboradores da câmara por lá passam, podem constatar o que se passa. Não é bom para os condutores, não é bom para a vida humana e não deveria ser bom para quem na câmara tem responsabilidades. É pena que os acidentes continuem, é pena que a câmara nada faça, para melhorar a segurança. Basta ver a situação na rotunda das Portas de Benfica, onde apesar de se registarem episódios também problemáticos o trânsito decorre fluído. Ainda outra nota: quem sai da CRIL para a rotunda que dá acesso à Estrada dos Salgados/Brandoa, não tem qualquer tipo lógica apanhar amarelo intermitente para entrar na rotunda, quando os que por lá circulam têm que parar devido ao vermelho.

RkJQdWJsaXNoZXIy ODAwNzE=