204 A mobilidade elétrica entrou numa fase de aceleração: • A penetração dos veículos elétricos (VE) atingiu 9% dos condutores, um salto expressivo de +5,5 p.p. face a 2025. • O parque automóvel português está mais jovem e diversificado. 38% dos carros têm mais de 15 anos (-5 p.p.), mas cresce a presença de veículos com menos de 4 anos (+5 p.p.). Gasolina recupera espaço (+11 p.p.), enquanto o diesel continua a perder peso (−18 p.p.). • As marcas francesas (Peugeot e Renault) continuam líderes. • A intenção de trocar de carro aumentou. 49% dos condutores admitem trocar de automóvel nos próximos 1 a 5 anos (+25 p.p. vs 2025). Cresce o interesse por carros com componente elétrica, que já representam metade das preferências. • A predisposição para comprar um carro 100% elétrico subiu. 55% consideram provável adquirir um veículo totalmente elétrico (+22 p.p.). . • Principais razões favoráveis: Preocupação ambiental, custos de utilização mais baixos e expectativa de evolução tecnológica. • Principais barreiras: Preço inicial elevado, autonomia percebida como limitada, tempo de carregamento ainda longo e poucas oficinas especializadas. • O mercado de elétricos usados começa a consolidar-se com 37% a considerarem provável comprar um elétrico usado (+19 p.p. face a 2025). • Motivo principal: preço mais acessível. • Obstáculos: desconfiança sobre baterias e durabilidade e preço elevado. A perceção dos não utilizadores está a mudar. Aumentou a familiaridade com os VE — 59% têm amigos ou familiares com um. • Cresceu o interesse em pesquisar e visitar stands, sinalizando um consumidor mais curioso e informado. • A marca BYD ultrapassou a Tesla como “marca de sonho”, sobretudo entre os mais jovens. Principais Conclusões
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