AUTOMÓVEL CLUB DE PORTUGAL MARÇO 2026 | 77 Limitação de acessos sem aviso prévio VALDEMAR MORAIS • SÓCIO 77257 Sou sócio do ACP há algum tempo e gosto de ler a revista, incluindo a secção das cartas. Nunca participei nesse espaço dedicado aos leitores, mas agora gostaria agora de partilhar uma situação muito recorrente que acontece na zona onde vivo e que é Belém, muito utilizada para a realização de eventos oficiais, culturais ou desportivos. Reiteradamente, em qualquer dia da semana, quando saio de casa ou no regresso, deparome com limitações nos acessos sem qualquer aviso prévio, como se fosse obrigado a conhecer a agenda da Presidência da República, da Câmara Municipal e outras entidades organizativas, que, com a aceitação da anterior, têm autorização para ocupar o espaço público. Uma palavra também para a PSP, que considero e gostava de não estar enganado, por falta de elementos, de tempo e de capacidade de previsão/prestar um serviço ao cidadão, não consegue dar alternativas em tempo útil, limitandose a fechar acessos e a mandar seguir em frente. Circulação de ciclistas nos passeios CARLOS OLIVEIRA • SÓCIO 78760 Na rua onde vivo – Marquês de Sá da Bandeira, em Lisboa – sou frequentemente assediado por ciclistas que usam o passeio como Cartas Cartas dos Sócios via de circulação. Tanto quanto me recordo do Código da Estrada esta situação é uma infração apesar de não nunca ter visto a Polícia Municipal fazer qualquer chamada de atenção aos prevaricadores. Além da infração em si está em causa o desrespeito pelas regras básicas de convívio no espaço urbano e o assédio que esta situação constitui para os utentes dos passeios: os peões. Com efeito, estes são confrontados de forma cada vez mais frequente com ciclistas que vagueiam a seu bel-prazer ora pela estrada (no caso vertente em sentido proibido) ora pelos passeios. Os ciclistas deslocamse a uma velocidade que sendo aparentemente moderada é na realidade muito superior à de um peão e ocupam parte substancial do passeio. E para cúmulo, ao serem chamados à atenção, reagem de forma agressiva e com despeito como se a sua invasão do passeio fosse legítima. Um outro aspeto diz respeito ao facto de não ser garantida a prioridade aos peões nos locais onde as pistas de ciclistas são interrompidas. Muitas vezes estes acumulam-se nas zonas de atravessamento ou passam sem parar nem respeitar os sinais vermelhos específicos das bicicletas. Está instalada uma atitude de condescendência que mais tarde ou mais cedo vai provocar vítimas graves como já acontece noutros países. Seria bom que o ACP usasse da sua capacidade de influência no sentido de sensibilizar as autoridades para a necessidade de repor o civismo no espaço urbano por parte de todos os utentes. Circulação de ciclistas nos passeios FERNANDO DIAS • SÓCIO 23325 Agradecia que me esclarecessem se o limite de velocidade dentro das localidades aumentou de 50 para 70. Frequentemente, faço o percurso entre Carregado e Aveiras e vejo que, à entrada das localidades, retiraram sinais de limite de 50 e substituíramnos por sinais de limite de 70. Em Casal Pinheiro lá está o sinal de 70, no início de Azambuja, o de 70, à entrada de Aveiras de Cima vemos poucos metros antes do início da localidade o sinal de 70 em vez do anterior de 50 que esteve lá desde sempre. E muitos outros casos. Vemos em estradas com curvas perigosas o limite de 70 quando até 50 é demais. Pergunto: houve um bónus nos sinais de 70 e por isso têm que comprar muitos? É apenas uma descarada caça à multa se por acaso o pessoal obedece ao sinal, ou houve alteração dos limites nas localidades? Pretendem que os condutores vão depressa demais provocando acidentes ou não respeitando os limites? Qual o objetivo desta alteração? • ENVIE AS SUAS CARTAS PARA A REVISTA [email protected]
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